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20110823

vida.

Voltando muito aos poucos das férias (ainda não acabadas!), recebi uma frase que acabou resumindo os meus últimos dias.

A vida é curta,
quebre regras, 
perdoe rapidamente, 
beije lentamente... 
Ame de verdade. 
Ria descontrolavelmente 
e nunca pare de sorrir, 
por mais estranho que seja o motivo. 
E lembre-se que não há prazer sem riscos. 
A vida pode não ser a festa que esperávamos, 
mas uma vez que estamos aqui, 
temos que comemorar!!


Com dois destinos não tão normais no mundo do turismo, acabei cruzando com culturas, paisagens, Histórias e pessoas diferentes e ao mesmo tempo iguais. 

Primeira parada: Tarifa, Espanha. O ponto mais ao sul da Europa, de onde você pode ver a África. Influência marroquina na cidade acaba deixando-a com uma identidade única.





Segunda parada: Belgrado, Sérvia. A cidade branca que teve alguns momentos críticos, mas que abusa da natureza para desfrutar o prazer de viver. 










20110518

Profissao viajante MONACO

Olá,

Pegando carona na inspiração da matéria sobre os 10 museus para você visitar e se encantar no Rio Grande do Sul, que eu acabei de ler no clicrbs, vou publicar algumas fotos de uma viagem recente.
Sim, já faz tempo que a série Profissão viajante não ganha um capítulo. Por pura preguiça... viagens não faltaram nesse período, principalmente agora que o frio foi embora de vez. 
A parada da vez é Mônaco. Mais exatamente o Aquário que ali se encontra, ou melhor: 


Musée Océanographique de Monaco


Criado pelo príncipe Albert I em 1910, o museu merece uma boa visita não só pelo que apresenta internamente como pelo edíficio em si. Situado em uma região pra lá de feia, ou seja na beira do mar mediterrâneo na Costa Azul, só ir no terraço já faz valer o passeio. Acrescente a isso a exposição e recriação do habitat de praticamente todos os tipos de mares e respectivas faunas e floras. Está aí o Museu.
Para convencer quem ainda está em dúvida, nos últimos anos de vida, Jacques Costeau ajudou a "administrar" o Acquarium.

Acho que as fotos falam por si, então aí vão elas:

















a vista do terraço... 85m de altura!
o terraço em família.
acho que eu descobri o porquê da região ser chamada de Costa Azul

20101209

Profissao viajante SAN GIMIGNANO

Hoje nos meus devaneios pós-retorno de feriadão, comecei a pensar que a profissão ideal para mim é a profissão viajante.

Não sei bem quem poderia me empregar ou como fazer isso render algum dinheiro, mas que seria muito divertido isso seria. Ter estudado Arquitetura e Urbanismo me faz analisar as cidades, as ruas, as construções e o comportamento das pessoas nos espaços. Tento me situar a época nal qual foram construídas, os anos, séculos que ¨sobreviveram¨ às mudanças culturais, políticas, religiosas, etc. Sim, eu ¨viajo¨ muito nas minhas viagens.

De segunda à quarta, com um grupo muito especial de amigos, pegamos um carro e nos mandamos para a Toscana e Umbria, fazer um pouco da Itália medieval. Um período muitas vezes estigmatizado como ¨o tempo da escuridão¨, injustamente. 

Primeira parada foi San Gimignano. Sim, praticamente todos já escutaram falar dessa cidade e suas torres. Que era uma potência antes da Peste Negra devastar 60% da população, o que a fez sair do eixo-econômico da época. Eu compararia ela com Bruges na Bélgica. Ambas estão muito bem conservadas porque em algum momento perderam o seu respectivo ¨atrativo¨ ecônomico, e não sofreram especulações imobiliárias.


Um cenário tipicamente italiano 

Algumas das famosas torres de S. Gimignano

Piazza della Cisterna 

Vista da cidade de cima da Torre Grossa

Detalhes que me conquistam: Em tempos de Natal, um presépio de cerâmica 
na fachada de uma casa.

Ângulos interessantes: contando séculos de História

O que fazer, onde comer, compras:
Vale a pena andar por todas ruelas da cidade. Ela é pequena, mas não tem nada igual do que se perder pelos seus Vicoli. Perguntar aos locais onde comer sempre vale, nós comemos em um restaurante perto da Piazza Cisterna: Enoteca Il Castello. Gnochetti com molho de tartufo e Coniglio com legumes são muito bons, além do vinho da casa. Os queijos com mel e maçã também merece destaque.
Subir na Torre Grossa: a mais alta da cidade, ou seja, muitos degraus a subir. Ali, onde se compara o sítio geográfico da fortificação com a paisagem tipicamente toscana, é indescritível. Pagando €3,00 se tem acesso a mais dois museus. 
Lojinhas ao longo da via San Giovanni, da entrada principal: destaque para as bolsas de couro com preços acessíveis!